segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Amamentação exclusiva. Conseguimos!

Ontem foi um dia muito especial.

Marina comeu sua primeira bananinha com leite materno.

5 meses e 22 dias de amamentação exclusiva, sem bicos, mamadeiras ou chupetas. Mamando, no mínimo, 8 vezes a cada 24 horas e em livre demanda. E eu, ainda doando 1 frasco de leite a cada 7-10 dias.

Não filmei, não fotografei. Éramos eu, Ricardo e Marina. Ela comeu tudo, fez muitas caretas, cuspiu, mas não recusou nenhuma colherzinha.

Aprendi muito com aqueles da minha família que amamentaram, ou que foram amamentados e vi que, naqueles que não tiveram essas oportunidades, não foi tão difícil assim fazê-los entender que Amamentar é Tudo de Bom.

Agradeço imensamente a todos da minha família que me ajudaram, pois não tem como dizer que é fácil. É uma doação do seu tempo, do seu corpo, um desprendimento do seu sentimento de cansaço, de estresse, das coisas que você gosta de fazer, é deixar tudo, tudo o que você está fazendo naquele momento para se doar. O leite não sai se você não pensar no bebê, então é necessário que você realmente se doe. Já dizia minha avó materna que a hora de mamar é da mãe e do bebê, em um lugar tranquilo, sem nada nem ninguém para perturbar.

Agradeço a paciência que todos tiveram comigo e com a Marina nos momentos em que achávamos que não ia dar certo. Nos momentos em que duvidei da nossa capacidade de ser mamífero. Mas a Marina nunca duvidou. Cuspiu a chupeta, não aceitou leite em copos e me ensinou que mamar não é só alimentar o corpo. E me testou, me chamando a qualquer hora do dia e da noite. Assim, me fez estudar à respeito, buscar cada vez mais informações e, hoje, minha meta é ajudar mais mamães a ter estas mesmas sensações e a fazer um mundo melhor, um mundo com mais amor. Acho que já tenho ajudado algumas...


Alguns agradecimentos especiais:

À minha mãe que, com seu amor infinito, nos amamentou e que me ajudou com os sentimentos, me deu muito colo, que me ajudou nesta transição de filha para me tornar mãe, me ajudou a ter o auto-controle, que me deu momentos de descanso para que eu pudesse amamentar e que me mostrou que não seria tão difícil assim. Agradeço a Deus por tê-la comigo agora e sempre.

Ao meu pai, que foi amamentado por seis anos (isso mesmo, por 6 anos!) e que não precisou falar nada pois, para ele, amamentar é algo natural que faz parte da vida da mãe e do bebê. E que me disse ontem: "E se ela quiser continuar mamando, agora não pode mais?" Ê, pai... Obrigada por estar aqui conosco.

Ao meu irmão, também amamentado, que descobriu um novo amor: sua sobrinha e que deixou sua posição de o "último bebê da família" para se tornar o homem lindo que é e, certamente, ajudará sua futura esposa a amamentar também. Meu irmão é um irmãozão!!!

À minha avó materna que, lúcida, pôde participar deste momento da minha vida e que me falou as maiores verdades sobre a doação da mãe no ato de amamentar... que me deu muitas broncas por amamentar conversando, falando ao telefone... e que me deu muitas dicas que, depois, eu li tudo aquilo nos livros especializados em amamentação...Experiência é tudo e então vi que só os antigos sabiam amamentar de verdade...

À minha sogra, que viu que Amamentar é Tudo de Bom e confiou naquilo que eu estava oferecendo àquele serzinho que também é um pedacinho dela. Obrigada por me ensinar a ensinar, professora é assim mesmo...

À todas as amigas que passaram este momento comigo, e que estão passando pela mesma experiência, que eu pude ajudar e que me ajudaram muito também, dividindo toas as alegrias e momentos difíceis. Aline, Luciana e Camila, obrigada e boa sorte com suas crias mamíferas!

Ao meu marido, namorado, companheiro, amigo, Ricardo que, em nenhum momento duvidou da nossa capacidade de mamífero, como um bom biólogo! E que, com seu amor, paciência e muitas noites sem dormir, me ajudou nos momentos em que perdi a cabeça, que perdi a confiança, que me deu muitos abraços quando precisei e que está comigo nesta missão, desde o dia em que concebemos a Marina. Obrigada por seu apoio, pelas noites sacrificadas depois de um dia longo e por seu amor nestes 18 anos de vida juntos.

À Marina, razão deste blog, agora razão da nossa vida. Sem ela, não seria uma mãe mamífera. Obrigada por me dar esta oportunidade por me ensinar tudo sobre Amamentar e sobre Alimentar a Alma e o Coração. Continuaremos mamando até quando for bom para nós duas. Neste momento, meu desejo é que você seja uma mulher linda e completa, que experimente todas as coisas boas da vida e que, um dia possa passar por esta mesma experiência com meus netos com uma pessoa que te ame muito ao seu lado. Estarei sempre aqui.

À Deus e à minha Nossa Senhora. Por tudo o que já conversamos.



E, para quem duvidava que este era o dia mais adequado para começar os novos alimentos, Marina acordou ontem com os dois dentinhos incisivos inferiores rasgando sua gengiva... se planejasse não dava certo, hein, hein?

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Chupeta e mamadeira desmamam (Confusão de bicos)

Já faz algum tempo que quero escrever sobre chupetas e mamadeiras.

Desde sempre sabia que chupeta não era algo legal e, a única coisa que sabia leigamente era que seu uso poderia causar problemas ortodônticos e, mais recentemente, que o bebê poderia desistir do peito principalmente por causa da mamadeira pois era mais fácil extrair leite da mamadeira do que da mama.
Chupeta e mamadeira NÃO, mamãe!!!
Retirado de: http://artededoular.blogspot.com/

Logo que começaram as cólicas da Marina, no quarto dia de vida, bateu aquele desespero em todos nós. ela chorava muito e pedia para mamar o tempo todo. Eu ficava esgotada e, procurando algumas coisas na Internet, li que quanto mais o bebê mamava, mais cólicas ele tinha. E aí, o que fazer? Chupeta na Marina. Vários amiguinhos dela eram adeptos, eu chupei, meu irmão chupou e tal...

Tentamos a primeira. Deu náuseas. A segunda também. E assim foi até a sexta chupeta. Diferentes tamanhos, formas, cores, desenhos, marcas, nacionais, importadas...

A cólica só parou quando sob orientação de uma pediatra consultora em amamentação que retirou todo o leite de vaca da minha dieta, inclusive os derivados.

As chupetas, desisti. Bom, se ela não quer, paciência. As cólicas diminuíram e passei a pensar que Marina não precisava mais dela. Mudei também meus pensamentos a respeito de "chupetar" e me doei inteiramente à Marina. Tudo na vida de um bebê são fases e eu já tinha aprendido que uma hora ia passar essa necessidade dela de sugar (dia e noite!).

Depois veio a história da mamadeira. Ah, eu já sabia que mamadeira eu não queria pelo motivo que já expliquei. No segundo mês da Marina tentamos o copo. Não foi. Colher? De jeito nenhum. Pesquisa, pesquisa... Achei o tal do Copo de Transição. Comprei. Como não saí nenhuma vez do lado da Marina, não tive que usar. Graças a Deus.

Hoje, estudando mais à respeito vi que este copo de transição é uma mamadeira disfarçada. A questão não é só a sucção diferente. As forças dos músculos da boca envolvidas na ordenha da mama são completamente diferentes das necessárias para sugar o bico. Assim como na chupeta.

Com o tempo, a musculatura vai ficando flácida e, sem força, o bebê passa a "chorar no peito", pois o leite não sai com o movimento aprendido na chupeta ou na mamadeira. Uma outra coisa que ocorre é que, a chupeta, por muitas horas seguidas, cansa o bebê e, quando é necessário fazer o movimento e a força para mamar, ele está demasiadamente cansado para tal e desiste de sugar o peito.

Neste tempo, estudando e observando os amiguinhos da Marina que faziam uso de qualquer bico vi que, no final das contas, Marina foi a única criança a conseguir mamar exclusivamente no peito até os seis meses com qualidade (ganhando peso normalmente e sem chorar na hora de mamar ou para pedir para mamar). E nem mais pede para ficar no peito o dia todo.

Me senti até culpada com um amiguinho, especialmente, porque acredito que, na época, por ignorância no assunto, incentivei o uso do copo em substituição à mamadeira nos momentos em que a mãe dele precisava se ausentar. Mas ele já usava chupeta desde a primeira semana de vida, então era somente uma questão de tempo o seu desmame.

Hoje a Marina está aprendendo a mamar de outras formas (colherzinha) e comprei o copo Suzana para tentar usar esse fim-de-semana.

O bebê tem necessidade de sucção. Isso é fato. Mas se o intuito é amamentar, desista de qualquer tipo de bico que não seja o seu. Para quem acha que eu estou louca aconselhando dessa forma, Marina chorou MUITO também, como qualquer outra criança. Mas uma coisa que aprendi foi que o bebê esteve há mais tempo dentro de nossa barriga do que está fora e isso, até os 10 meses de idade! Ele não vai mamar em você para sempre. Uma hora vai acabar, pois ele terá outras necessidades na vida. Não dê chance para o arrependimento, não tenha medo de se entregar à esta relação de amor. AMAMENTE!!!!

"Amamentar não é só alimentar o corpo.
Amamentar alimenta a alma, da mãe e do bebê."

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Eu sou um profissional da saúde amigo da amamentação

Uma pausa na Fabiana "pessoa física" para postar um texto.

Embora minha prioridade aqui não seja mostrar meu lado "pessoa jurídica" (profissional), me encantei com este texto que encontrei e não poderia deixar de publicar.

Um grande beijo e obrigada pela compreensão.


Eu sou um profissional da saúde amigo da amamentação

1 – Tenho compromisso e ações na promoção, proteção e apoio à amamentação.

2 – Recentemente me formei, estudei ou me capacitei sobre práticas, técnicas ou investigação em aleitamento materno. Continuo estudando e me atualizando através de livros, artigos, sites e participando de Encontros e Congressos de aleitamento.

3 – Informo e ajudo as mães para o recém nascido ser colocado ao seio o mais rápido possível ainda na sala de parto.

4 – Recomendo o LAM – Método de Amenorréia Lactacional para as nutrizes, nos primeiros 6 meses pós-parto e depois outros métodos anticoncepcionais adequados.

5 – Demonstro às gestantes e mães como amamentar (eu sei), e se necessário, como manter o aleitamento mesmo quando precisam ser separadas de seus filhos.

6 – Indico que aos meus pacientes o aleitamento materno exclusivo até 6 meses e continuado até 2 anos ou mais.

7 – Recomendo especialmente o alojamento conjunto a meus pacientes informando sobre seus benefícios e desestimulando a utilização em Maternidades que possuem berçários para recém nascidos sadios. Converso sobre este tema com meus colegas obstetras, enfermeiros, fonos, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais...

8 – Estimulo que os meus pacientes sejam amamentados em livre demanda.

9 - Não indico chupetas, bicos, mamadeiras, chuquinhas, intermediários de silicone ou outros objetos de sucção artificial a meus pacientes e nem recebo brindes ou serviços de indústrias de alimentos infantis ou dos fabricantes destes artefatos concorrentes com a amamentação.

10 – Sugiro as mães de meus pacientes entrarem em contato com grupos de apoio ao aleitamento materno.


Dra. Vera May, Buenos Aires, Argentina, 1993.
Traduzido e adaptado por Marcus Renato de Carvalho em maio de 1999 e atualizado em novembro de 2010.

Publicado originalmente no www.aleitamento.com em 18/6/2003 e 19/11/2007

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Aprendendo a mamar - Mamando deitada

Bom, nem sempre a Encantadora de Bebês acerta.

Marina tem dado um bocado de trabalho para dormir à noite. Quer brincar, ficar acordada, às vezes quando o cansaço é muito, chora. Meu marido está acabado de cansaço, pois sempre me ajuda com a árdua tarefa de embalar a Marina pela casa à meia-noite.

Não adianta, enquanto o peito é uma das suas poucas distrações, resolvi deixar pra lá a Encantadora pelo menos nessa hora. De dia às vezes até funciona, pois ela dorme mais fácil mesmo.

E, então, o que fiz... ensinei à Marina uma posição do Mama Sutra: DEITADA! e ela aprendeu a mamar.

Então, à noite, Marina vai para nossa cama, mama deitada e dorme, às vezes demora um pouco, mas dorme mais fácil do que antes. Ficou mais fácil para colocá-la depois no berço.

Senti menos cansaço do que amamentá-la sentada e depois ficar ninando. Percebi que comecei a ter mais leite pela manhã, provavelmente pela redução do estresse... O Mama Sutra me ajudou nessa!

Resumindo: bom, para quem era contra a cama compartilhada, dou a mão à palmatória e assumo que, pelo menos para mamar foi uma boa. Marina continua dormindo em seu berço e nós em nossa cama. E a Encantadora que me perdoe, mas tudo o que causar menos cansaço e estresse para mãe é válido!!!

Lembrando que é preciso colocar o seu braço por baixo da cabeça do bebê, para manter sua cabecinha alta e nos dar mais firmeza paras segurar.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Sobre as pomadas para fissuras


Ganhei um tubão e não usei.

Quando engravidei, ganhei da amiga Ju (que foi para Miami) um tubo grande de Lansinoh.

Coloquei na bolsa da maternidade e lá também ganhei 3 amostrinhas de 5g. Acabei usando somente no dia em que arranquei um pedacinho do mamilo (que colou no soutien, veja a história toda aqui) e, por via das dúvidas, usei também enquanto estava na maternidade por algumas vezes.

Hoje, minha dica é a seguinte: Não é bom deixar o mamilo com a pomada, pois dificulta a cicatrização por deixá-lo úmido. Ao final de cada mamada, passe seu próprio leite no mamilo, pois ajuda a cicatrizar e alivia aquela sensação de "ralado" que fica no mamilo.

E dê um jeitinho de procurara ajuda para melhorar a pega do seu bebê. Senão, nada disso adiantará. 

sábado, 20 de novembro de 2010

Os dez mandamentos da maternidade

Vi esse texto no Blog da Genis e tive que postar aqui para eternizar!!!

"Se você tem ou está pra ter um bebê, veja quais os 10 mandamentos que, a partir de agora, vão ditar sua vida:

1. Renunciarás a uma casa limpa.

2. Possivelmente, nunca mais terás uma conversa sem ser interrompida.

3. Aprenderás a fazer compras às pressas.

4. Não cobiçarás a vida social da próxima.

5. Agora deverás realmente honrar tua mãe e teu pai.

6. Não mais terás todas as respostas.

7. Não mais precisarás de um relógio com alarme.

8. Deverás fazer cinco tentativas frustradas até conseguir sair de casa.

9. Perguntarás a ti mesma o que fazias com teu tempo.

10. Saberás que tudo isso vale a pena."

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Marina mamando na colherzinha

Marina mamando na colherzinha aos 5 meses e 9 dias
Tiramos o feriado (15/11) para a Marina começar a aprender a usar a colher e o copo. Ela nunca se alimentou por outras vias, só no meu peito e, como voltarei ao trabalho daqui 2 meses, achei melhor começar a ver que o leite não está só no peito da mamãe. O copo ainda não deu certo. Mas a colherzinha...
A primeira tentativa foi no colo do meu marido e eu dando o leite. Ela achou estranho, o reflexo da língua empurrava tudo pra fora, queria pegar a colher, queria pegar o copo, chorou, bateu na colher e tudo o que pode imaginar até que, quando ela percebeu que era leite, virou-se para o meu peito para mamar. Aí pensei: vai dar trabalho!
Até que, na segunda tentativa, à tarde, no cadeirão, com a colherzinha de lado, pôs a linguinha pra fora e mamou 10 mL!!! Tá a aí a fotinho do papai, com direito a pôse!!! Aê Marina!!! Nossa lindinha está crescendo e aprendendo.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Kit amamentação

Fiz uma seleção das coisas que você pode ter para ajudar durante o seu período de amamentação. É lógico que não é todo mundo que pode comprar tudo, mas algumas coisas podem ser adaptadas. Lá vai:

  • Soutien de amamentação (4 com abertura total)
  • Almofada de amamentação de apoio dos braços ou de apoio do bebê ou um travesseiro mais grosso (para ajudar com o peso do bebê)
  • Travesseiro ou almofada para apoio da lombar (colocar na cadeira ou no local que você for amamentar)
  • Mesa ou apoio ao lado do local que você amamentará (para colocar o squeeze, paninhos de boca, garrafa de água, absorventes para seios (eu tenho o "amigo Pelicano")
  • Squeeze - aquela garrafinha esportiva de colocar água (1 para deixar perto durante as mamadas noturnas ou para quando estiver amamentando sozinha)
  • Garrafa de água com marcação de volume para deixar perto (para você saber quanto de água está bebendo ao dia e não ter que ficar pegando toda hora no filtro)
  • Frascos de vidro com tampa plástica para coleta do leite (para dias de mamas muito cheias). Veja mais sobre a importância de esvaziar a mama aqui.
  • Capa para amamentação ou uma toalha fralda (para se cobrir nas mamadas fora de casa se sentir necessidade).


Esses são os acessórios que considero importantes. Cada um acaba fazendo sua rotina e "montando" seu próprio kit. Sugestões? Deixe seu comentário! Vamos ajudar!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Programa incentiva amamentação nas creches - Prefeitura Municipal de Curitiba

Programa incentiva amamentação nas creches - Prefeitura Municipal de Curitiba

Programa incentiva amamentação nas creches
03/11/2010 17:31:00


Em três anos de existência, o Mama Nenê, programa da Prefeitura que incentiva o aleitamento materno nas creches, beneficiou 649 crianças. O Mama Nenê é realizado em 155 Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) e em 47 Centros de Educação Infantil conveniados com turmas de berçário (três meses a dois anos de idade).


Em salas reservadas e confortáveis, as mães podem amamentar os filhos com tranquilidade ou retirar o leite para deixar armazenado no lactário. O leite será oferecido em copinhos, posteriormente, aos bebês, pelas educadoras.


Para receber as mães nas creches, incentivar a amamentação ou administrar o leite armazenado, a Prefeitura capacita os profissionais. O programa já qualificou 266 lactaristas e 3.310 educadores, professores, diretores e pedagogos de CMEIs e de creches conveniadas. O treinamento é contínuo.


"O programa é fundamental, é uma sequência às recomendações do pediatra para garantir a saúde da criança. Ao ser amamentada, ela estabelece um vínculo muito forte com a mãe", disse a diretora do Departamento de Educação Infantil da Secretaria Municipal da Educação, Ida Regina Moro Milléo de Mendonça.


O Mama Nenê soma-se a outras ações da Prefeitura para reduzir ainda mais o coeficiente de mortalidade infantil, como o programa Mãe Curitibana. "Crianças amamentadas até os seis meses exclusivamente com leite materno estão imunizadas e têm a garantia de desenvolvimento saudável. Se a amamentação continuar até o primeiro ano de vida, muito melhor", disse Ida.


No CMEI Curitiba, do bairro Rebouças, oito mães usam o espaço especialmente reservado para a amamentação. Cadeira confortável, quadros com ilustrações de ursinhos e cortinas coloridas tornam o ambiente acolhedor.


A vendedora Kassyane Fernandes, de 26 anos, aproveita o horário do almoço para amamentar o caçula, Cauã, de seis meses. "Adoro vir aqui, não vejo a hora de chegar este momento. Além de contribuir para que meu filho tenha os benefícios da amamentação, esta é uma oportunidade para ficar pertinho dele", contou Kassyane, que também é mãe de Jhonatan, de quatro anos de idade.


Suzamar Donizete Da Silva, de 28 anos, amamenta no peito Nicolas, de sete meses. Ela também deixa uma quantidade de leite reservada no lactário do CMEI, para que ele seja oferecido a Nicolas posteriormente, em um copinho, pela educadora. "Tem que ter paciência para tirar o leite, mas sei que, ao amamentar, garanto mais saúde para meu bebê. Ele quase não fica doente", disse Suzamar.


Ela fez o mesmo com a filha, Nicole, de quatro anos. "Na época eu não estava trabalhando e tive a oportunidade de amamentá-la até os três anos de idade. Ela tem uma saúde de ferro. Sempre que posso, aconselho as outras mães a fazerem o mesmo".

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

As "Fases do bebê" - Segundo mês

Agora tudo melhora.

Você e seu bebê já se conhecem mais e o papai já consegue interagir um pouco mais, pois fica mais tranquilo também porque já dá para definir os choros, o bebê enxerga que você está perto e não precisa mais tanto do peito para saber que você está lá. Embora a Marina dê um certo trabalho para dormir à noite... Mesmo assim, mamadas ainda de 2/2 horas mais ou menos, dormidinhas longas durante o dia e, no meu caso, o início dos espaçamentos das mamadas à noite.

Se você chegou até aqui sem o uso da chupeta, você não precisará mais dela. Não tente colocá-la. Se usou, este é um bom momento para tirar, antes que ela atrapalhe mais.

Os primeiros sorrisos sociais também começam. Aí é aquela alegria! Os olhos se fixam em coisas coloridas, por pouco tempo, mas já é alguma coisa para quem não via nada. O bebê começa a olhar pela janela do carro. Os pais e, principalmente os avós, ficam bobos com essas descobertas...Os avós começam: como esse bebê é precoce...parece que esquecem que nós fazíamos tudo isso também heheheh.

A Marina, neste mês, encontrou as mãos para chupar. Uma maravilha! No final do dia pode contabilizar umas 3 horas a menos de peito! Se o bebê usa chupeta, ele vai derrubá-la para colocar a mãozinha na boca. Não coloque a chupeta de volta! Aproveite para tirá-la de vez! O bebê prefere a mão à chupeta. A mão não desmama, a chupeta sim.

Neste e no terceiro mês o que ocorreu bastante aqui com a Marina foi a passagem dos "meteoros". Eu digo  que às vezes passava um meteoro aqui em casa e a Marina queria ficar no peito durante 40 minutos até uma hora. Para quem mamava durante 15 minutos isso era uma eternidade. Depois vi que eram os tais picos de crescimento ou de desenvolvimento.

Nunca comi tanto na minha vida quanto nesses primeiros três meses. o Bebê cresce muito nessa fase e o nosso gasto energético é muito grante, então passei mal várias vezes por já ter perdido todo o peso da gestação e então tive que brigar contra a balança para me manter 2 a 3 Kg acima do meu peso normal. Percebi que com esse adicional eu me sentia melhor amamentando. Pensarei em regime só lá pra frente, por enquanto Marina ainda precisa de mim.

Compramos uma cadeirinha da Fisher Price (que os amigos Ju e Ivan trouxeram dos EUA). A Marina amou aquele treme-treme, pôde sair um pouco do carrinho (que estava na fase do "espinho" ainda) e me deixou com as mãos mais livres também. Ela gostava até de dormir lá.

Compramos também um cadeirão da Peg-Pérego (TataMia), que tem um balancinho que ela adora. Me deixou também com as mãos um pouco livres para fazer almoço/janta. (Esse foi um super-investimento em termos de preço mas de benefício também!).

O banho passou a ser de chuveiro também. Uma delícia! O papai adorou e nos economizou um certo tempo. Ela adora e até dorme no calorzinho da água.
Calma que a independência do bebê só tende a aumentar e, para falar sério, você sentirá falta desse tempo. Prepare-se psicologicamente para não sofrer de saudades depois...

Seguir para:
As "Fases do bebê" - Primeira semana
As "Fases do bebê" - Primeiro mês
As "Fases do bebê" - Terceiro e quarto meses

As "Fases do bebê" - Terceiro e quarto mês

Agrupei esses dois meses porque acho que um é o aperfeiçoamento do outro.

No terceiro mês Marina já foi para o quarto dela. Foi o meu segundo parto. Ela já dormia a noite toda desde o segundo mês, o frio do inverno estava diminuindo e não havia mais motivos para deixá-la conosco. Depois de algumas tentativas (eu desistia em cima da hora), para não correr mais o risco de desistir, desmontei o berço do meu quarto. Na primeira noite não dormi. Deixei a babá eletrônica no volume máximo e fiquei indo ao quarto de hora em hora, portas abertas e luz acesa no corredor. Na segunda noite, espacei mais os horários e, para falar a verdade, hoje, no quinto mês ainda não fechei as portas tampouco apaguei a luz do corredor... e de vez em quando ainda dou uma passadinha por lá. Mãe é fogo!

O terceiro mês é um marco. Todo  mundo te fala: "- Calma que no terceiro mês tudo melhora..." e então comecei a achar que este mês era encantado. Pois era mesmo. Marina começou a pegar os brinquedinhos, começou a babar, o leite parou de voltar, começaram as gargalhadas, as pernas e os braços se moviam de alegria mas sabia demonstrar melhor o cansaço também. Continuou dando trabalho para dormir à noite, mas depois que dormia, dormia mesmo. A mão, agora, fica na boca a maior parte do tempo.

Já dá para cantarolar mais, dá para virar de bruços, brincar mais, passear mais, abusar mais dos slings, bater mais fotos. O carrinho já não tem mais espinho e dá para passear melhor com ele também.

O papai já consegue brincar também. Marina se agarra nos nossos cabelos, se joga (às vezes) no colo da gente, puxa os brincos, correntes, morde nosso ombro, joelho, mãos, braços, queixo e qualquer parte do seu corpo que estiver na sua frente e até assiste um Discovery Kids (isso é bom ou ruim?...) por uns 30 minutos (que alegria!) e até ri dos desenhos preferidos!

No quarto mês Marina confirmou sua personalidade "curumim" e aprendeu a "fugir" da fralda. Ela empurrava o corpo para trás com os calcanhares e ria. É mole?

O chuveiro continua sendo o seu momento "relax". Ela mama, brinca e dorme no chuveiro. Mamãe natureza perdoa esse "pequeno gasto adicional de água", não perdoa?

As sonecas do dia diminuíram, Marina dorme às 22-23 horas, acorda 6-8 horas para mamar e dorme até eu acordá-la às 10. Brincamos, passeamos, mama às 11h30, dorme de novo. E aí, até a hora de dormir à noite fica acordada por cerca de 2h, brinca, passeia (quando tem sol) e dorme sonecas de 30-40 minutos.

O esquema trocou-mamou também diminuiu. Ela não mama mais a cada troca de fraldas.

Aquele bebezinho que te sentia apenas pelo cheiro está aguçando sua visão e deixando os instintos de lado. Saudades?

Seguir para:
As "Fases do bebê" - Primeira semana
As "Fases do bebê" - Primeiro mês
As "Fases do bebê" - Segundo mês
As "Fases do bebê" - Quinto mês

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Tamanho do estômago do bebê


Tamanho do estômago do bebê no primeiro,
terceiro e sétimo dia de vida

O estômago de um bebê de 1 dia tem a capacidade de cerca de 5-7 mL, ou do tamanho de uma bolinha de gude.

Interessante saber que pesquisadores descobriram que o estômago do bebê de 1 dia não dilata para caber mais. Já que as paredes do estômago do bebê se mantêm firmes, o leite extra é frequentemente expelido (vomitado). Seu colostro é justamente o volume próprio para as primeiras mamadas do bebê!

No terceiro dia, a capacidade do estômago do bebê aumentou para 22 mL- 30 mL (0.75- 1 oz), ou mais ou menos do tamanho de uma bolinha de gude média. Mamadas pequenas e frequentes garantem que seu bebê se nutra de tudo que precisa.

Por volta do sétimo dia a capacidade do estômago do bebê é agora cerca de 44- 60 mL (1.5-2 oz), ou mais ou menos o tamanho de uma bola de pingue pongue.

Mamadas frequentes asseguram que o bebê se nutra de todo leite materno que precise, e sua produção de leite se ajuste conforme a demanda.

Este texto eu retirei do Fórum E-familynet.com e foi postado pela amiga kamilasp, muito bom mesmo, obrigada!!!
__________________________________________________________________________________
Outra informação eu tirei do livro "Amamentação - Bases Científicas" (Marcus Renato De Carvalho & Luis Alberto Mussa Tavares, 3a. edição):

"...a capacidade gástrica do bebê é limitada. Ela varia cerca de 7mL ao nascer a 200-250mL ao final do primeiro ano, passando para 70 mL na segunda semana e aumentando conforme o peso, numa proporção aproximada de 20mL/Kg/refeição. Assim, a capacidade gástrica do bebê varia de cerca de 150mL aos seis meses a 200-250mL aos 12 meses, aumentando aproximadamente, 10mL a cada mês."

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

sábado, 6 de novembro de 2010

Bomba elétrica

Comprei uma bomba elétrica. Minha sogra foi à Portugal e lá é bem mais barato (84 Euros). Como voltarei a trabalhar em janeiro, aproveitei a ocasião.

Gostei muito. Não machuca (ñunca tive os mamilos fissurados e minha bebê mama em livre demanda há 5 meses) e tira bastante leite. Eu gastava, em média pela manhã, 35 minutos para tirar, no máximo 50mL. Com a bomba, tirei 85mL em 20 minutos, ou seja, uma diferença de rendimento de quase 35%.

Já no segundo dia, tirei 110mL em 20 minutos. Não é necessário, para isso, deixar  na regulagem mais forte, mesmo porque o mamilo e os alvéolos podem ser traumatizados com uma sucção forte. A mais fraquinha é suficiente, desde que você dê umas paradas para massagear a mama e, conforme a bomba suga, você ajude, empurrando suavemente a mama para trás em várias direções, para que seja retirado o leite de todos os alvéolos.

Credo! Parece que estou falando de ordenha de vaca, hehe. Mas, quando você tem que tirar sempre, que é o meu caso, um ganho de 25 minutos a cada ordenha é algo MUITO precioso!!!

Hoje, eu tiro e dôo mas, em breve, tirarei para as papinhas da Marina e para deixar na Escola para ela tomar.

Escrevi uma vez sobre bombas e ordenha manual quando comprei uma bomba manual, no fim, acabei deixando-a de lado pois manualmente rendia muito mais do que a bomba manual. Para quem quiser ler: Bombinha ou ordenha manual? 

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Como saber se a mama está vazia?

Na verdade, a mama nunca esvazia. O leite é produzido continuamente.

Mas é importante conhecermos o funcionamento das nossas mamas para saber se o bebê está chegando no leite posterior (mais gorduroso) ou não. O leite anterior (primeiro leite que sai) é mais rico em anticorpos e proteínas e é importante o bebê mamar os dois, para poder ganhar peso e crescer adequadamente.

No início é meio complicado de percebermos, a mama está sempre bem cheia.
Na verdade, o importante é entender quando há acúmulo de leite ou não. Eu mesma demorei  a perceber que a Marina não "esvaziava" a mama. Como ela mamava toda hora, meu peito enchia muito por conta da estimulação e ela nunca dava conta de mamar tudo, ou seja, ela nunca tirava aquele "acúmulo" de leite, minhas mamas estavam sempre muito cheias, chegando a ficar entumescidas e não ficavam macias. Por isso, sou doadora do banco de leite. Tiro o excedente e faço uma boa ação!

Fica mais fácil perceber pela manhã, pois nem sempre o volume do peito indica se está cheio ou "vazio". Acordamos sempre com a mama "explodindo". Dê mamá para seu bebê e, depois que ele mamar, faça uma ordenha e veja:

- Se  a mama estiver bem amolecida (como se tivesse gel dentro), é sinal que o bebê chegou no leite posterior (mais gorduroso). Se sair ainda um jatinho ou uma gota mais gordinha e, você perceber, apalpando, algum nódulo, ainda há leite e, numa próxima mamada você pode dar ainda uns minutinhos desta mama ou pode ordenhar para esvaziá-la. Cuidado para não ficar esvaziando toda hora e o bebê não mamar este último leite, que é mais gorduroso e é o que faz engordar.

- Uma outra opção é  deixar este restinho para ele e aí tirar um pouco da outra mama, caso esteja muito cheia ou já dolorida. Assim, você uma hora tira o leite do início, na outra hora, o do final.

Com o hábito de observar pela manhã, logo logo você verá que fica mais fácil visualizar se a mama está cheia ou vazia ao longo do dia.

Vejo também na hora do banho. Faço massagens suaves embaixo da ducha e ordenho um pouquinho. Aquela mama que estiver com o leite mais branco é que que está quase "vazia" e ainda precisa dar para mamar (é o finzinho do leite gorduroso). Aquela mama com o leite mais transparente é o que está "enchendo" e posso deixar para depois.

Por isso os especialistas dizem que é sempre bom dar a mama que se deu por último e, depois de uns minutos, colocar o bebê no outro peito, assim você tem certeza que ele mamou tudo.

MUITO IMPORTANTE: Não reveze as mamas na mesma mamada, por exemplo, alguns minutos em uma mama e metade do tempo na outra (10 em uma 10 na outra, 20 minutos em uma 20 na outra, por exemplo) pois dessa forma, o bebê só mama o leite anterior (água e anticorpos).

A DICA É: uma mama por vez. O bebê vai mamando e a mama vai produzindo leite. Assim você nunca terá dúvidas se o bebê mamou a "gordurinha". Assim seu peito vai se adequar a sempre produzir o quanto ele mama.

Com esse hábito logo fica fácil saber.

Ah, quando estamos com o colostro ainda fica praticamente impossível saber se está vazio, mesmo porque a quantidade produzida é pequena e, por não se ter o hábito de ordenhar, sai bem pouquinho.

Esta é a minha experiência!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Trocar e mamar ou mamar e depois trocar?

Outra dúvida cruel.

Bom, com o tempo, você se ajeita e vê como é melhor para você e para seu bebê. Eu e a Marina, hoje, fazemos o seguinte: mama e, depois de uns 15 minutos, troca. Só muda antes de dormir, pois deixo ela mamar limpinha para dormir em seguida.

Mas vou ser sincera, no começo, essa decisão era bem complicada, pois eles despertam quando você troca mas, normalmente fazem cocô depois de mamar. E mamam toda hora e fazem cocô toda hora. Fora que, depois de mamar, se você deitar o bebê para trocar, eles regurgitam o leite. Com a Marina, eu a colocava em um apoio para que a cabeça e o tronco ficassem mais altos e, assim, diminuíam as chances do leite "voltar". De qualquer forma, eu colocava um babadorzinho, pois se caso acontecesse, pelo menos eu não tinha que trocá-la inteira.

Trocar imediatamente após fazer cocô também não é uma boa, pois no caso de bebês amamentados, as fezes são muito líquidas e escorrem para as costas quando você os deita para trocar. Dê um tempinho para a fralda absorver. Passe sempre, sem miséria, uma pomada protetora contra assaduras. O bebê também vai aprender a tolerar um pouquinho mais a fralda suja  e isso é bom, para quando você sai e não tem condições de trocar naquele momento.

Lembre-se que o período mais difícil passa logo e, com uns dois meses, já é possível coordenar melhor essas duas tarefas.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Dar banho e mamar ou mamar e dar banho?

Essa é uma pergunta que eu me fiz durante o primeiro mês inteirinho.

Para resumir, essa história de "congestão" só dá em quem vai nadar depois de fazer uma refeição. Não é o caso de nossos pequeninos. Na verdade, se você colocar seu bebê na banheirinha com fome, vai ser um berreiro interminável no banheiro até você conseguir terminar de dar o banho e trocar.

Eu faço o seguinte: dou um "mamazinho", ou seja, dou uns minutinhos o peito, a Marina toma seu banhão (hoje já é no chuveiro) e depois de trocada, eu dou o restinho, o que ajuda, inclusive a dormir um soninho gostoso: quentinha, limpinha e com a barriguinha cheia, até eu durmo!!!

Outra opção para quando é necessário o banho (quando a fralda vazou "até a cabeça", por exemplo), pode ser feito o seguinte: entre no chuveiro, tome um banho rápido, pegue o bebê, dê um banho nele e, quando ele estiver bem quentinho, dê o "mamá" dentro do box, sentada num banquinho, no calorzinho do chuveiro. O bebê relaxa e mama bastante, pois o leite sai mais fácil com o calor. Isso é ótimo para mamas "empedradas"!

Se você não tiver a ajuda de alguém para te dar o bebê no chuveiro, coloque-o no carrinho só de fraldinha e coberto dentro do banheiro. O calor do chuveiro não deixará ele ficar com frio. Tome seu banho e, depois, pegue-o. Deixe a toalha dele à mão. No final, embrulhe-o na toalha, coloque-o no carrinho e se enxugue. Tudo dentro do banheiro. Vocês ficarão quentinhos!

Fora que é uma delícia tomar banho com seu bebê no chuveiro!!!!

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Almofada de amamentação - 2


Essa é a almofada que fiz
 Fiz, hoje, uma almofada de amamentação.

Diferente da que eu já tinha, fiz aquela que dá a volta no corpo. Para quem quiser tentar, o molde está aqui. As informações em português, aqui.

Depois de pronta, é só encher com plumante de silicone. Não é difícil de achar, inclusive, comprei pela internet numa loja em São Caetano que entrega em casa via Sedex.

A única coisa é que, ficou bem na minha cintura, que mede, hoje, uns 65cm. Quem estiver com uma cintura maior, adaptar o molde à sua medida.

Adorei a almofada. Apóia muito bem na hora de amamentar, não precisa ficar segurando o bebê, fica confortável para as costas, dá para apoiar as mãos e o bebê fica muito mais confortável.

Farei agora uma capa, pois a branca é legal para bater fotos com a Marina, mas para usar para mamar, vai encardir um pouco...
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...