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terça-feira, 18 de novembro de 2014

O que encontrar neste blog?


Olá!!!!
Para quem visita este blog pela primeira vez ou para quem já é leitor, gostaria primeiramente de agradecer a visita.
Neste blog conto a minha história de amamentação com Marina, minha filha.
Foi neste blog que eu renasci e que me encontrei.
Foi este blog que me abriu possibilidades. Pessoais e profissionais.

Mas queria esclarecer que este blog não possui caráter técnico ou científico.
Este blog foi construído a partir das minhas experiências com Marina.
Nas dificuldades, nas alegrias da maior missão da minha vida.
Nele, expresso tudo o que passei, as formas que encontrei para seguir amamentando enquanto também estudava.

Você encontrará erros e acertos. Dúvidas, certezas e incertezas. Lágrimas e sorrisos.
A ideia aqui não é aconselhar e sim transmitir a amamentação sob o ponto de vista de uma mãe de primeira viagem que aprendeu, ao seu modo, como fazer a amamentação ser algo prazeroso e duradouro.
Aqui é história. Não é ciência.

Nada foi alterado mesmo depois de ter tido consciência de algumas atitudes equivocadas.
A história de uma dupla eternizada.
Com seus erros e acertos.
Com amor e muito, muito leite!

Boa leitura!!!

domingo, 31 de agosto de 2014

1 ano depois do desmame


4 anos e 3 meses de Marina e
Fabi mãe de Marina
Voltei.
1 ano sem amamentar.
3 abortos. 1 a cada 3 meses.
Demorei para voltar a escrever porque tive que me reerguer e me reinventar.
Investi nos estudos em aleitamento, investi em meu casamento, investi na minha costura, na minha psiqué. E investi na Marina. Investimos na Marina.

Reinventamos nossa relação após o fim da amamentação. Amadureci, aprendi a enxergar tudo aquilo que estava escrito neste blog. Digeri. Nossos momentos que antes eram no peito, passaram a ser assistindo filmes (coisa que nunca gostei rs), fazendo carinho, massagens (Marina finalmente entendeu a Shantala), comendo juntas, cozinhando juntas, fazendo compras juntas, brincando juntas, conversando. Dormindo juntas. Sim. Fazer dormir nunca foi tão prazeroso.

Contar histórias para dormir, rezar, fazer uma massagem, dormir abraçadas. E, nas noites de frio, quando ela dá uma corridinha pra nossa cama para se esquentar, mesmo tentando dormir na diagonal (ela, é claro, rs), é bom demais acordar com seu cheirinho e seu carinho.

Não existe a angústia de estar fazendo certo ou errado, não existem mais manuais, não existe pressão.

Marina se expressa mais, diz melhor seus sentimentos, fala o que a angustia, o que a faz feliz. E vejo que aqueles 3 anos e 2 meses de amamentação foi só o começo, foi só um preparo, foi só o alicerce para uma relação que durará... para sempre. E Deus permita que eu tenha sabedoria para continuar assim.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Depois da tempestade...


Hoje, 1 semana depois de ter melhorado da minha crise de dor orofacial, graças à placa de mordida, fonoaudiologia, fisioterapia, acupuntura, consciência corporal... enfim, voltei a raciocinar normalmente.

Nesse meio tempo, tivemos mais uma perda gestacional de um casal muito querido. A princípio, achei que não fosse dar conta de ajudá-la. Revivi muitas coisas ao lado dessa amiga querida. Ela tinha apenas uma semana a mais do que eu tinha quando perdi e foi muito bom poder ajudá-la. O caminho dela foi um pouco mais difícil, teve um aborto retido e não foi fácil para ela, mas acho que foi muito bom para nós duas essa proximidade. Ela me agradeceu muito o apoio, mas para mim, foi a minha cura.

Para essa amiga, foram quase 3 semanas de espera para que tudo se resolvesse. A cada sangramento, a cada contração, a cada angústia dela eu revivia internamente todo meu processo. A mesmo tempo, por ser ela ser minha dentista, enquanto tudo isso ocorria, ela cuidou do que foi preciso para a minha melhora.

Foi realmente muito intenso. E eu é que não tenho como agradecer. Assim, fui retomando aos poucos minhas atividades profissionais, fui me fortalecendo. Ainda estou readaptando a forma que trabalho, a forma que lido com as questões profissionais, mas continuo estudando, cuidando da minha saúde, reaprendendo a falar, comer, a dormir. A reduzir meu temperamento ansioso. A ir mais devagar. Com calma. A dar um passo para trás para ir um e meio à frente.

Ainda não estou 100% internamente, mas agora sinto que caminho atropelando menos. Um dia de cada vez. Um período de cada vez.

E vamos lá. Agora minha missão é organizar esse blog. Acredita que eu nunca reli? Pois é. O trabalho é longo.  
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